Palavras despejadas de uma mente inquieta.

Palavras despejadas de uma mente inquieta.
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Você está lendo palavras despejadas de uma mente inquieta — sem filtro, sem manual, sem etiqueta na roupa. Aqui o texto acorda acelerado, ri de nervoso, chora de alívio, muda de ideia no meio da frase e acha isso um esporte. Ansiedade? A que samba no peito. Alegria? A que tropeça e continua dançando. Sarcasmo? Só o suficiente para abraçar o absurdo e chamar de cotidiano.

É inventário de afetos e bagunça de pensamentos: trabalho que dá carinho e porrada; sonhos tortos; vontade de ir embora antes de chegar; “lugar nenhum” que parece casa. Tem respiros curtos, suspiros longos, e uma gaveta de incômodos onde a gente guarda o peso só para lembrar que existe história.

Não prometo sentido — prometo movimento. O texto corre, cai, levanta, volta e avisa que nunca foi embora. Se der curiosidade, leia. Se der riso, fique. Se der angústia, respire. Aqui, a mente inquieta despeja palavras e você decide o que fazer com elas.

Bem-vindo ao caos cuidadosamente desorganizado.